segunda-feira, setembro 27, 2004
quarta-feira, setembro 01, 2004
Dizem que havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus
pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:
"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu
mas poucas de moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou no cartaz, virou-o, pegou no giz e escreveu outro
anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi-se embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.
Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem
reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
"Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece, pode trazer novas perspectivas.
Precisamos sempre de escolher a forma certa de nos comunicarmos com as pessoas.
Não adianta simplesmente falarmos; antes, precisamos conhecer a melhor a
mensagem para tocarmos, sensibilizarmos e convencermos as pessoas.
Não se esqueçam que...
"A VIDA É UMA PEÇA DE TEATRO QUE NÃO PERMITE ENSAIOS. POR ISSO, CANTE,
CHORE, DANCE, RIA E VIVA INTENSAMENTE ANTES QUE A CORTINA SE FECHE E
A PEÇA TERMINE SEM APLAUSOS."
( Charlie Chaplin)
pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia:
"Por favor, ajude-me, sou cego".
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele, parou e viu
mas poucas de moedas no boné.
Sem pedir licença, pegou no cartaz, virou-o, pegou no giz e escreveu outro
anúncio.
Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi-se embora.
Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola.
Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem
reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.
O publicitário respondeu:
"Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras".
Sorriu e continuou seu caminho.
O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:
"Hoje é Primavera em Paris, e eu não posso vê-la".
Mudar a estratégia quando nada nos acontece, pode trazer novas perspectivas.
Precisamos sempre de escolher a forma certa de nos comunicarmos com as pessoas.
Não adianta simplesmente falarmos; antes, precisamos conhecer a melhor a
mensagem para tocarmos, sensibilizarmos e convencermos as pessoas.
Não se esqueçam que...
"A VIDA É UMA PEÇA DE TEATRO QUE NÃO PERMITE ENSAIOS. POR ISSO, CANTE,
CHORE, DANCE, RIA E VIVA INTENSAMENTE ANTES QUE A CORTINA SE FECHE E
A PEÇA TERMINE SEM APLAUSOS."
( Charlie Chaplin)
domingo, agosto 15, 2004
Escrevo sobre vocês e talvez para vocês...
Tenho saudades...
Escrevo para ti, porque sinto sudades da tua sensibilidade, do teu carisma, da forma como me olhas e me transmites confiança e paz. Choro ao lêr textos fragmentados da tua vida de lutador sonhador.
Também nao me posso esquecer de ti que me inundavas todas as manhas com um sorriso contagiante e sempre historias animadoras. Transmites-me vida com essa jovialidade resplandecente. Essa boa disposiçao é contagiante e envolvente...
Amo-vos pela capacidade que têm de me cativar, pela forma como de manhã me "acordam" e sabem deliciar com os vossos sonhos, alimentando em mim um carinho e uma sensibilidade que nao me era desconhecida mas que poucos conseguem tocar e alcançar.
É dificil crêr que esta amizade é possivel em menos de um ano mas é credivel pela intensidade com que escrevo estas palavras, pela forma como a vossa ausencia desiquilibra a minha tranquilidade e ainda pela dificuldade que tenho de continuar a sonhar alto.
Relembro tardes de riso pegado, de confissoes e cantorias desenfreadas dessa força que transportas no coração e que teima em nao cessar. Lembro-me das tardes em que vagueamos por outras faculdades em busca do vão e da atençao.
Ao lembrar tudo isto, relembro-me da falta que vocês me fazem e de como nao tenho como vos agradecer por serem os seres maravilhosamente envolventes e resplandecentes que moram no meu coraçao. Obrigada por me terem conquistado...obrigada pela vossa atençao e paciencia aquando o meu temperamento teima em nao equilibrar!
Com saudade...
quinta-feira, agosto 12, 2004
Only you
We suffer everyday,What is it for,These crimes of illusionAre fooling us all,And now I am weary,And I feel like I do.It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.The size of our fight,It´s just a dream,We´ve crushed everything,I can see, in this morning selfishly,How we´ve failed,And I feel like I do.
It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
Now that we´ve chosen to take all we can,This shade of autumn, a stale bitter end,Years of frustration lay down side by side.And It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
Portishead
We suffer everyday,What is it for,These crimes of illusionAre fooling us all,And now I am weary,And I feel like I do.It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.The size of our fight,It´s just a dream,We´ve crushed everything,I can see, in this morning selfishly,How we´ve failed,And I feel like I do.
It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
Now that we´ve chosen to take all we can,This shade of autumn, a stale bitter end,Years of frustration lay down side by side.And It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
It´s only you,Who can tell me apart,And it´s only you,Who can turn my wooden heart.
Portishead
sábado, julho 24, 2004
Carta
Não falei contigo com medo que os montes e vales que me achas caíssem a teus pés...Acredito e entendo que a estabilidade lógica de quem não quer explodir faça bem ao escudo que és...
Saudade é o ar que vou sugando e aceitando como fruto de Verão, nos jardins do teu beijo...Mas sinto que sabes que sentes também que num dia maior serás trapézio sem rede a pairar sobre o mundo e tudo o que vejo...
É que hoje acordei e lembrei, que sou mago feiticeiro, que a minha bola de cristal é feita de papel, nela te pinto nua, numa chama minha e tua.
Desconfio que ainda não reparaste que o teu destino foi inventado por gira-discos estragados aos quais te vais moldando...E todo o teu planeamento estratégico de sincronização do coração são leis como paredes e tectos, cujos vidros vais pisando...
Anseio o dia em que acordares por cima de todos os teus números raízes quadradas de somas subtraídas, sempre com a mesma solução...
Podias deixar de fazer da vida um ciclo vicioso, harmonioso do teu gesto mimado e à palma da tua mão...
É que hoje acordei e lembrei, que sou mago feiticeiro e a minha bola de cristal é feita de papel, nela te pinto nua, numa chama minha e tua.
Desculpa se te fiz fogo e noite, sem pedir autorização por escrito ao sindicato dos Deuses...mas não fui eu que te escolhi.Desculpa se te usei como refúgio dos meus sentidos, pedaço de silêncios perdidos que voltei a encontrar em ti...
É que hoje acordei e lembrei que sou mago feiticeiro...nela te pinto nua, numa chama minha e tua.
Ainda magoas alguém. O tiro passou-me ao lado. Ainda magoas alguém.
Se não te deste a ninguém, magoaste alguém.
A mim... passou-me ao lado.
quarta-feira, julho 07, 2004
PORQUÊ?
terça-feira, junho 29, 2004
My Fair Lady - Minha Linda Senhora
Depois do enorme sucesso que teve em Lisboa, este magnífico musical chega ao Coliseu do Porto.
Nao pude perder a oportunidade de assistir a um espectáculo que já foi aplaudido por mais de 200 mil espectadores. Nao quero caír no exagero de o classificar como um espectaculo histórico da Broadway, como talvez nunca se fez em Portugal.
A última produção de Filipe La Féria, é inspirado na história da peça "Pygmalion", de George Bernard Shaw, que foi imortalizada como "My Fair Lady" numa versão cinematográfica de George Cukor (1964).
Poderei resumi-la, talvez de uma forma bastante mísera e escassa para o enredo que é, a uma simples vendedora de flores, Eliza,(Anabela) que o obstinado Professor Henry Higgins (Carlos Quintas) decide, atraves de uma aposta, transformar numa "senhora".
É obvio que esta "cockney" londrina tem muito mais enredo do que esta simples aposta. É incrivel a forma como os espectadores ao intervalo se apercebem da forma como estao envolvidos com a peça. Além dos inúmeros artifícios cénicos e do extravagante luxo dos figurinos e cenários, este espéctaculo conta ainda com um elenco formado por actores consagrados e algumas revelações.
Bem se ontem nao tivesse sido o ultimo dia de apresentação aqui no Porto sem duvida que vos aconselharia a aplaudirem também o momento.
Programa do Espectaculo
1º Acto
01. Covent Garden
02. Taberna
03. Escritório do Professor Higgins
04. O Dia Em Que Inventaram o Vinho
05. Visita de Alfred Doolittle - Lições
06. Ascot
07. A Rua Onde Mora o Meu Amor
08. Final do 1º Acto
2º Acto
09. Baile na Embaixada
10. Vitória
11. Elisa Desapareceu
12. Regresso ao Covent Garden
13. Casamento de Alfred Doolittle
14. Casa da Mãe
15. A Emancipação de Elisa
16. Fiquei Preso ao Seu Olhar
17. Final do 2º Acto